Ainda que despreocupado, escrevo. Talvez por isso (e somente por isso), escrevo. Tal qual uma sina constante – a frequência me deixa sonolento, o próximo desistente. A busca por uma reação perfeita. Busca sem fim, atos sem fim. Enfrentando fantasmas, enfrentando essências que se fatigam com uma facilidade assombrosa (como se sentir cansado de estar cansado). E projetos bloguísticos desaparecem em menos de um mês… (e que diferença faria se, de uma forma menos fatídica, aqui permanecessem?).
Em cada esquina, o seu próprio louco. Há regras, e há meios. Deixarei que os caminhos se figurem, porém, que jamais estáticos. Antes que o brilho tosco no espelho do banheiro se apague de vez, tentarei encontrar uma nova cena, pessoas Comuns, um sonho ideal e perfeito como Elise McKenna, em meio a essa profusão de informação.